Skate - A profissionalização de skatistas amadores é avaliada pela Confederação Brasileira de Skate (CBSk) desde 2004, mas não é um processo fácil para o atleta. Isso porque não depende apenas da vontade e do nível técnico do skatista, e sim da análise de um comitê que analisa o histórico desse atleta, além da necessidade de patrocinadores.
Essa análise é necessária para evitar o número descontrolado de skatistas profissionais no país, já que o mercado não consegue absorver tantos atletas. Há alguns anos, muitos conflitos e situações negativas (como desemprego de atletas profissionais mais antigos) acabaram por acarretar esse tipo de postura da Confederação.
Atualmente, apenas oito novos profissionais são adquiridos pelo mercado por temporada. Para se ter uma idéia, esse número já beirou os 25. Para decidir isso, existem os comitês: Street (Michell Simonetto, Guilherme Gnomo, Ricardo Porva e Wagner Ramos), Vertical (André Cywinski e Duzinho Braz) e Donwhill Slide (Juliano Lilica, José Carlos Birinha, Willians Indião e Zequinha Rapanelli).
Street
- Danilo do Rosário (PR)
- Diego Garcez "Chaveirinho" (SP)
- Vanderlei Arame (SP)
- Wesley Gelol (SP)
Vertical
- Alexandre Cavalcanti "Xandi" (SP)
- Flávio Nascimento "Piuí" (SP)
- Jodir Damásio (SP)
- Martin André (SP) |