Turismo - Marco do Descobrimento: Existem algumas controvérsias sobre a origem do Marco do Descobrimento em Porto Seguro. Embora fosse comum que os portugueses levassem marcos de posse nas expedições, sabe-se que ele não veio com Cabral (talvez para não deixar explícito que havia a intenção de se chegar à nova terra).
É possível que o Marco tenha vindo na expedição de Duarte Coelho em 1503, cuja tarefa era explorar o litoral, reconhecendo rios e baías.
Outros historiadores afirmam que Pero Campos de Tourinho, donatário da Capitania de Porto Seguro, trouxe-o para delimitar seu território em 1534.
Reserva da Jaqueira: A Reserva da Jaqueira em Porto Seguro foi um dos lugares que foi habitado pelos índios Pataxó no passado. Esse espaço sempre foi considerado um lugar sagrado, e hoje, o lugar é utilizado para a revitalização, afirmação e valorização da cultura Pataxó.
É na Reserva da Jaqueira em Porto Seguro que é desenvolvido diversas atividades como educação ambiental, aliada ao ecoturismo para o desenvolvimento sustentável, divulgação da história e de vários outros aspectos da cultura baiana, como a música, a dança, a culinária, bem como, conhecimento medicinal das plantas, palestras e caminhadas pela mata.
Lá se encontra a beleza da Mata Atlântica, o mar, ruas e casas geminadas, além de um magnífico conjunto arquitetônico tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1973.
Matriz Nossa Senhora da Pena: A Matriz de Nossa Senhora da Pena em Porto Seguro começou a ser construída em 1730, mas já estava em ruínas antes de ser concluída. Em 1773, as obras são retomadas pelo Ouvidor Xavier Monteiro que fez questão de um bom risco, mais elaborado que o da matriz anterior.
A torre apresenta terminação piramidal revestida em louça. É a única da Bahia que tem dois vãos sineiros. No altar-mor, encontra-se uma imagem de São Francisco de Assis do século XVI, a mais antiga do Brasil. A imagem pertencia à Igreja do Outeiro da Glória, a primeira construída no país, da qual restam apenas as fundações. A deterioração da igreja obrigou a transferência da imagem para a Matriz de Nossa Senhora da Pena em Porto Seguro em 1733.
O Farol: Foi trazido por Gonçalo Coelho em 1503 e fincado nas terras descobertas para sinalizar que já tinham donos. O farol servia de orientação para as antigas embarcações que chegavam à costa de Porto Seguro.
Capela do Colégio do Salvador: A Capela Colégio do Salvador ou de São Benedito, atual padroeiro, foi construída em meados do século XVII em Porto Seguro. A fachada apresenta terminação triangular e uma simplicidade típica das construções do primeiro período da colônia. A capela fazia parte do Colégio Jesuítico do Salvador, demolido em 1917 e do qual restam apenas os alicerces.
Fortim: O Fortim de Porto Seguro, cujas ruínas se encontram à meia encosta da cidade alta, foi o terceiro a ser construído no local. Tudo indica que seja posterior ao fortim do governador Diogo Menezes, do início do século XVII. Sua função era defender a barra do porto da entrada de inimigos.
Passarela do Álcool: Um dos principais cartões-postais de Porto Seguro, com uma deslumbrante vista do cais, separando, de um lado o encontro do Rio Buranhém com o mar, e de outro o casario colonial do século. XVII.
Tombado pelo Patrimônio Histórico, essa região histórica cresceu em torno do comércio, da pesca e da construção de embarcações. Antigos armazéns e casas de pescadores compõem um mosaico de cores vibrantes, transformados na badalada Passarela do Álcool de Porto Seguro, que abriga diversos bares, restaurantes, butiques e lojas.
À noite, são montadas barraquinhas, onde são apresentadas amostras do rico artesanato local e as famosas barracas de batidas de Porto Seguro, incluindo o "Capeta", uma bebida típica feita à base de vodka, guaraná em pó e leite condensado.
Museu de Porto Seguro: A colina de Porto Seguro, onde fica o museu, pode ser entendida como um ponto irradiador de conhecimentos sobre a paisagem da Costa do Descobrimento. Nela estão reunidos edifícios e objetos datados desde o século XVI, como o marco do Descobrimento, até construções do Séc. XVIII. |