Skate - Para compensar a emissão de gás carbônico durante a 2ª edição do OI Megarampa, que aconteceu nos dias 26 e 27 de setembro no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, capital, a organização do evento irá plantar 288 árvores, que ajudarão na restauração da Mata Atlântica.
O número foi calculado após o levantamento feito, seguindo a norma ISSO 14064, no qual descobriam que foram emitidas 89,8 toneladas de gases durante a competição, que reuniu 17 atletas, sendo 15 skatistas e dois bikers. Para compensar a poluição, ficou decidido que as árvores seriam plantadas na bacia no Rio Piraí, no corredor florestal Tinguá-Bocaina, Rio de Janeiro.
Mas essa não é a única iniciativa de sustentabilidade desenvolvida pelo Oi Megarampa. Entre as outras atividades está a utilização de madeira com o FSC (em inglês Forest Stewardship Council), que tem origem legal, proveniente de áreas de manejo florestal, ma construção da pista e na fabricação dos troféus, que também são em madeira.
Também vale lembrar que todos os resíduos não-orgânicos gerados pelo evento foram encaminhados para a reciclagem. O bicampeão do evento, o skatista brasileiro Bob Burnquist, firmou ainda, diante de 10 mil pessoas, seu nome no abaixo assinado promovido pela ONG WWF Brasil, que pressiona os governos mundiais a se posicionarem a favor de um novo acordo global de clima.
A discussão sobre o assunto acontecerá na 15ª Conferência das Partes da Convenção Quadro de Mudanças Climáticas da ONU, em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. A ação faz parte da campanha "TicTacTicTac", que, em âmbito global, reúne ONGs de diversos países que se dedicam a combater o aquecimento global. No Oi Megarampa, eles conseguiram 1.300 assinaturas apoiando o movimento. |