Windsurf - Se só a força de vontade fosse necessária para a prática dos esportes radicais seria bom. O windsurf, por exemplo, é uma modalidade que depende de fatores exclusivos como: local específico para a prática, experiência do piloto, verba disponível, condição de uso da prancha e tipo de passeio que se quer aproveitar.
Normalmente a prancha a vela é comprada por partes. Compra-se o casco ou prancha propriamente dito, a retranca, o mastro e uma ou mais velas e quilhas. Elas podem ser divididas em longas (> 3,50 m), médias (3,00/3,50 m) e pequenas (<3,00 m). Cada uma tem sua peculiaridade.
Por exemplo: as mais longas com bolina são boas para aprender, andam bem contra o vento, velejam tranqüilas em ventos fracos, porém em ventos fortes tornam-se difíceis. Já as pequenas sem bolina também são boas para aprendizado, mas não andam bem contra o vento, são difíceis de velejar em vento fraco, porém se tornam fáceis no vento mais forte. E as médias são totalmente intermediárias e possuem características próprias.
Dependendo da prancha e do vento que estiver rolando, as velas variam de menos de 5 m2 a mais de 10 m2. A escolha fica por conta do velejador mas o ideal seria unir uma "Raceboard" que é boa em qualquer condição de vento e lugar para se velejar e também uma "Slalom" que é indicada para ventos fortes, com manobras rápidas e em altas velocidades. Já as pranchas de "Course Racing" ou Fórmula Windsurf também são boas opções por serem pranchas sem bolina que velejam bem contra o vento. |