Pára-quedismo - Em 1991, o pára-quedista alemão Olav Zipser, resolveu ousar e tentar novas posições em queda livre, e impressionou a todos quando saltou em Vero Beach, na Flórida, de cabeça para baixo. A partir daí nascia o Freefly. Na modalidade os praticantes se vestem com roupas coloridas e fazem manobras montando figuras e executando coreografias tridimensionais no ar antes de abrir os pára-quedas para um pouso suave.
Para praticar o Freefly é necessário o pára-quedista ter a categoria C, tendo realizado ao menos 150 saltos, devido ao fato de ser considerado o esporte humano mais rápido do mundo. Neste tipo de queda as velocidades chegam a cerca de 450 km/h, aumentando o perigo no caso de colisão, devido à proximidade dos atletas. Nas outras modalidades, onde se voa de barriga para baixo (belly), a velocidade fica na média de 200 km/h.
O Freefly vem crescendo muito, pelo fato de se diferenciar das outras modalidades e ser permitido voar de cabeça para baixo (head down), sentado (sit), de pé (stand), de lado (back) ou de barriga para baixo (belly). Nas competições as equipes são compostas por três freeflyers, sendo que dois ficam encarregados de executar as manobras diante do cameraflyer que participa do salto e registra tudo na câmera montada em seu capacete.
Após o pouso, as imagens são enviadas aos juizes que avaliam a dificuldade das manobras e a impressão que elas causaram. Para avaliar um bom salto as notas são divididas por dois grupos: o técnico e o artístico. No primeiro observam-se as dificuldades e a precisão das manobras. Já no julgamento artístico leva-se em conta a impressão visual, o ângulo de enquadramento e a qualidade geral das imagens. |